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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Movimentos verticais da litosfera

O estudo da atracção gravitacional da Terra pode ser utilizado para um melhor conhecimento da estrutura da litosfera e da sua mobilidade. Nos finais do século XIX, muitos geólogos começaram a recolher várias evidências de que as linhas de costa, por exemplo, numa determinada zona costeira, tinham mudado ao longo do tempo geológico em algumas zonas do Globo. 




Denomina-se habitualmente teoria da isostasia às hipóteses que procuram interpretar as compensações que ocorrem em profundidade dos relevos superficiais em função do seu peso (densidade). A partir de determinada profundidade (50 a 100 km), no manto superior, a temperatura é suficiente para haver um comportamento plástico dos materiais constituintes dessa zona e o material crusta mais rígido (a crusta continental e a crusta oceânica) "flutua" sobre o material plástico - nível de compensação isostático.




Ajustamento isostático: São movimentos verticais da crosta de modo a atingir o nível de compensação  isostático.






Anomalias Isostáticas (Anomalias gravimétricas)


É frequente encontrar em alguns pontos da superfície terrestre anomalias isostáticas, ou seja, verifica-se uma diferença entre o valor do peso medido  e o valor calculado  para esse local após as devidas correcções. Dizer que num dado local existe uma anomalia isostática negativa significa que na vertical da estação de medida existe um défice de massa, portanto um excesso de rocha de baixa densidade. Se, pelo contrário, se determina a existência de uma anomalia isostática positiva, isso significa que na vertical da estação onde foi efectuada a medição existe um excesso de materiais de elevada densidade.












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