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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Formação dos solos

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Mudanças Ambientais


Aquecimento Global

     Entendemos o aquecimento global como um fenómeno climático de larga extensão, ou seja, é um aumento da temperatura média superficial global que se vem verificando desde os últimos 150 anos.
     Podem ser consideradas causas naturais (por exemplo: ciclo solar, variação orbital, el niño la niña e vulcanismo) oucausas antropogénicas (emissão de gases poluentes para a atmosfera que contribuem para o aumento do efeito de estufa).

Efeito de Estufa

     O efeito estufa é o processo que a terra utiliza para manter a temperatura ao nível necessário para que exista vida no nosso planeta, tal como a conhecemos.  Os gases naturais existentes na atmosfera funcionam como uma barreira impedindo que o calor se disperse totalmente para o espaço exterior. Sem este efeito, a temperatura global média da terra seria -18°C, quando neste momento se situa nos +15°C.
     Quando existe uma perturbação nos gases de estufa da atmosfera o equilíbrio químico é afectado e tem consequências para a vida. Nos últimos anos a acção do Homem tem contribuído para que este equilíbrio fosse afectado.

     
Consequências do efeito de estufa para o ambiente

     Alterações nos gases de estufa levam à ocorrência de variações climáticas tais como:
  • alteração na precipitação;
  • subida do nível dos oceanos (degelos);
  • ondas de calor.
     Assim é natural registar-se um aumento de situações de cheias


segunda-feira, 12 de março de 2012

A evolução de Homem

E aceite pela comunidade cientifica que as mudanças climáticas ocorridas em África e as alteração que causaram na vegetação , podem ter desencadeado o evolução dos primeiro hominídeos .

Os primatas que habitavam estas regiões - Grande Vale de Rifte _ tiverem de se adaptar evoluindo para animais bípedes há cerca de 5 a 8 milhões de anos .
A locumuçao sobre 2 membros facilitava a locomoção num ambiente de vegetação rasteira , em que o alimento estava em árvores dispersas  e mais pequenas .

Australopitecos - o estudo fóssil indica que existiam varias espécies deste género  , em que os primeiros indivíduos deviam ter surgido a aproximadamente 4.1 M.a .Estes eram omnívoros e possuíam cerca de 35% da capacidade craniana  , ficam aqui alguma das características mais evidentes:


  • Fronte muito fugidia                                            
  • arcas supercisaliais salientes 
  • prognatismo(falta de queixo)
  • baixa capacidade craniana                              
  • condilo occipital 
  • sem mento
 
Homo habilis

Espécie extinta de hominídeos , que é considerada a primeira espécie da família Homo , com indícios de ter produzido utensílios simples .
Os primeiros vestígios conhecidos datam de 2.4 M.a.
Tinham estatura baixa e braços muito longos

                                                                                                          
Homo erectus 

Espécie extinta de hominídeos que é considerada um ancestral do homo sapiens .
O primeiro homo erectus apareceu no Quénia há cerca de 1.9 milhões de anos .
Bipedismo permanente e posição erecta , que era mias favorável a obtenção de alimento .
Aperfeiçoou as suas capacidades de caça e tinham uma grande capacidade de modalidade.
Aprendeu a dominar o fofo , o que torna possível ele deslocar-se para norte .




Homo sapiens 

A passagem do homo erectus para homo sapiens divide os investigantes .
Fosseis datados de 200000 a 400000 mil anos.
Espécie de primatas a qual o homem moderno pertence .












Homo sapiens neaderthalensis : CARACTERÍSTICAS: 
  • Viveu entre os 230000 e os 40000 mil anos 
  • A designação provem do vale de neander (Alemanha)
  • Adaptarem-se a condições ambientais mais frias(Glaciações)  
  • Estatura mais alta
  • as ferramentas que usavam  já eram mais avançadas 
  • Foram encontradas diversas sepulturas(sinal de religiosidade) 
  • geograficamente  encontrados na Euroásia 

                                                                                             

Homo sapiens sapiens: A nossa espécie






quarta-feira, 7 de março de 2012

Vestígios Glaciários e tectónico Da Serra Da Peneda : GUIA DA AULA DE CAMPO(parte2)



3 Paragem : Miradouro da Senhora da Peneda
Neste ponto observa-se um vale de falha. A falha na direcção NNE-SSW condicionou o traçado do vale glaciário .


E de salientar a influencia das diferenças de litologias  nas diferenças observadas na paisagem e do relevo de um e de outro vale.












Paragem : Santuário de Nossa Senhora da Peneda
























































5ª Paragem - Lamas de Mouro 
Observação de uma turfeira , numa zona plana e alargada em que ao longo do tempo se foi depositando restos vegetais que estão  no inicio do processo de incarbonizaçao.




terça-feira, 6 de março de 2012

Glaciares !!

É uma grande e espessa massa de gelo formada em camadas sucessivas de neve compactada e recristalizada, de várias épocas, em regiões onde a acumulação de neve é superior ao degelo. É dotada de movimento e se desloca lentamente, em razão da gravidade, relevo abaixo, provocando erosão e sedimentação glacial.






Tipos de Glaciares: 

  1. Calotes polares ou inlandisis - são grandes massas de gelo que cobrem permanentemente, e quase por completo, o relevo sobre o qual se depositaram.

  1. Glaciares de montanha - massas de gelo que não cobrem por completo a topografia da região, estando limitadas por paredes rochosas escarpadas. Estão localizadas em zonas de grande altitude.
Nestes existem 2 tipos diferentes:


  1.  Glaciar de vale - Apresenta na zona de cabeceira uma depressão em forma de anfiteatro, rodeada por vertentes muito abruptas, que constituem áreas de acumulação de neve.

  1. Glaciar de circo - Ocupam apenas uma depressão semiesférica (circo), sendo frequentemente o resultado do recuo de um glaciar de vale, que perde a respectiva língua glaciária, ficando o gelo confinado ao circo situado na zona de cabeceira. 



Geoformas Glaciárias




N

sexta-feira, 2 de março de 2012

Serra da Peneda


Ola visitantes em breve eu mais a minha turma iremos fazer uma visita a Serra Da Peneda e eu gostaria de partilhar alguma informação desta serra convosco .
                                                                           
   

Situada no Parque Nacional Peneda-Geres , esta serra é a 5ª maior elevação de Portugal , elevando-se ate uma altura de 1416 metros.
  Também conhecida por Outeiro maior ou Alto da Pedrada , na sua área envolvente situa-se outras serra de menor elevação como a serra do soajo e da amarela . A Região é predominantemente dominada por uma paisagem granítica , também com pinheiros , azevinhos , medronheiros e em termos de arbustos , urzes e giestas .





      Em breve irei apresentar o itinerário desta visita   !!!!                          



quinta-feira, 1 de março de 2012

1.1 Paleoclimas -Variações climáticas ao longo do tempo

A terra tem sofrido variações climáticas significativas ao longo do tempo desde a sua génese ate a actualidade.
     Factores que influenciam o clima terrestre:  

  1. A energia solar é o motor do clima terrestre 
  2. A geomorfologia também pode afectar o clima
Também podemos considerar os fenonemos de alteração das rochas , a destruição das cadeia montanhosas , a expansão das dorsais ocenaicas , a alteração da circulação das correntes oceânicas como possíveis factores que possam afectar o clima deste nosso magnifico planeta

                                                                                                                                               

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Geossitios em Portugal

Moreia lateral no Vale do Compadre (Parque Nacional da Peneda-Gerês). Um dos mais evidentes vestígios da actividade glaciária em Portugal, sendo um dos geossítios de relevância nacional.
Complexo metamórfico da Foz do Douro (Porto). Geossítio de importância nacional integrado no Percurso Geológico da Foz do Douro, uma iniciativa da Câmara Municipal do Porto
Furnas, Ilha de S.Miguel (Açores). Um dos geossítios representativos do vulcanismo açoreano, considerado de relevância internacional.
Pegadas de dinossauros da pedreira do Galinha (Vila Nova de Ourém). Geossítio classificado como Monumento Natural onde ocorrem diversos trilhos de pegadas com grande extensão.
Ponta de São Lourenço, Ilha da Madeira. Um verdadeiro santuário geológico na parte oriental da ilha onde esta área de interesse vulcânico integra diversos pontos de valor científico, educativo e estético. Nesta arriba, estão bem expostos filões verticais por onde ascendeu a lava que alimentou antigos vulcões, entretanto erodidos.
Vulcão dos Capelinhos, Ilha do Faial, Açores. Há pouco mais de 50 anos, a última grande erupção vulcânica em território português deu origem a uma fantástica "paisagem lunar", sempre em evolução em resultado de uma intensa erosão natural.
Monsanto, Idanha-a-Nova. Situado em pleno Geoparque Naturtejo, o "inselberg" granítico de Monsanto é um dos mais representativos deste tipo de feição geomorfológica em Portugal.
São João das Arribas, Miranda do Douro. O rio Douro no seu sector fronteiriço está profundamente encaixado na superfície aplanada – Meseta Ibérica – bem conservada nesta região, gerando o mais notável canhão fluvial em Portugal.
Pedras Parideiras, Arouca. Em pleno Geoparque Arouca, ocorre este fenómeno único em Portugal e raro no Mundo. Abundantes nódulos negros, de 1 a 12 cm de diâmetro, revestidos por biotite e com um núcleo de quartzo e feldspato, "nascem" do granito.
Ponta do Telheiro, Vila do Bispo. Um dos mais importantes geossítios de Portugal, onde se pode observar a discordância entre os xistos dobrados do Carbónico Inferior e as camadas horizontais de arenitos e argilas do Triásico. Aqui ficam algumas ideias para se visita o nosso pais.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Cortes geológicos


Com os cortes geológicos pretende-se visualizar a disposição e as relações entre as diferentes rochas que se encontram em profundidade, facilitando assim a leitura das estruturas que ocorrem na carta.
Corte geológico da carta 46-D - Mértola

Corte geológico da carta 46-D - Mértola
Consideremos, como exemplo, a Carta Geológica figurada, da qual, para simplificar, se retirou a planimetria e altimetria.
Para construir um corte geológico, procede-se de modo análogo ao que foi descrito para um perfil topográfico: Feito o traçado da localização do corte (que deve ser, quanto possível, perpendicular à direcção das camadas ou aos eixos das estruturas), ajusta-se-lhe o bordo de uma tira de papel. Nesta, além de se marcarem as intersecções com as curvas de nível, linhas de água, etc. (pois conjuntamente traçar-se-á o perfil topográfico onde irá implantar-se a geologia), marcam-se, ainda, as intersecções do bordo da tira com os limites geológicos e com os acidentes tectónicos (falhas, cavalgamentos, etc.).
Secção de uma carta geológica simplificada
Secção de uma carta geológica simplificada
mostrando a localização do corte
geológico A-B que se pretende realizar
Estabelecido o perfil topográfico, estas intersecções dos limites e acidentes vão ser assinaladas na linha do perfil.
Recobre-se então esta linha - nos espaços delimitados pelos pontos - com lápis de cor, usando as cores das manchas correspondentes às diferentes formações intersectadas.
Analisando, na Carta Geológica, a relação entre as diferentes formações identificadas pelas diferentes manchas coloridas, tendo em conta as direcções e inclinações das camadas que vêm indicadas no mapa, próximo dos limites, a idade das formações e, ainda, os dados referentes às estruturas - que podem ser depreendidas do exame atento da sucessão (idade relativa) e contorno das manchas coloridas que representam as formações (ver capítulo "Interpretação de uma carta geológica") -, lança-se o andamento das camadas para a profundidade, junto dos limites.
No final, fazem-se encontros de limites e correlacionam-se camadas de tal modo que se obtenha um resultado racional, coerente com a cartografia observada no mapa.
As rochas magmáticas (não aflorantes na carta-exemplo) instruem a partir da profundidade cortando todas as camadas e estruturas pré-existentes.
Embora ainda não sejam usuais nas cartas geológicas portuguesas, os blocos-diagrama começam a figurar em algumas cartas geológicas estrangeiras.
Um bloco-diagrama procura dar uma visão tridimensional perspectivada, duma determinada região mostrando a continuidade das rochas que afloraram à superfície com as mesmas rochas em profundidade, por intermédio de dois cortes geológicos mais ou menos perpendiculares, dando, assim, realce à estrutura geológica dessa região.