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quarta-feira, 14 de março de 2012

Paleoclimas

Salamandra do tempo dos dinossauros Encontrada na China, esta 'nova' espécie viveu há 157 milhões de anos


Uma equipa de investigadores liderada por Ke-Qin Gao, da Universidade de Pequim, encontrou na província de Liaoning, nordeste da Chuna, o fóssil de um esqueleto praticamente completo de uma salamandra que viveu há 157 milhões de anos, no tempo dos dinossauros do Jurássico Superior.

Segundo o estudo já realizado e publicado na «PNAS», este animal é o mais antigo que se conhece da subordemSalamandroidea. A espécie foi baptizada como Beiyanerpeton jianpingensis.

A descoberta vem propor uma nova data para o aparecimento deste grupo, antecipando-a em 40 milhões de anos. O registo anterior mais antigo era da salamandra Valdotriton gracilis, encontrada no sítio de Las Hoyas, em Cuenca, Espanha. 



Os restos foram encontrados numa camada de sedimentos vulcânicos do Jurássico Superior e apresentam características comuns com as salamandras actuais, das quais existem, nos dias de hoje, umas 500 espécies registadas .


Uma das conclusões da análise morfológica é que a separação entre o grupo das salamandras gigantes (Cryptobranchoidae) e o mais extenso da actualidade, ao qual esta pertence, se produziu antes do que se pensava.



Beiyanerpeton jianpingensis media dez centímetros de comprimento e vivia dentro de água. Hoje em dia, o grupo a que pertence habita o hemisfério norte, não existindo na África subsariana, na Austrália nem na Antárctica.

segunda-feira, 12 de março de 2012

A evolução de Homem

E aceite pela comunidade cientifica que as mudanças climáticas ocorridas em África e as alteração que causaram na vegetação , podem ter desencadeado o evolução dos primeiro hominídeos .

Os primatas que habitavam estas regiões - Grande Vale de Rifte _ tiverem de se adaptar evoluindo para animais bípedes há cerca de 5 a 8 milhões de anos .
A locumuçao sobre 2 membros facilitava a locomoção num ambiente de vegetação rasteira , em que o alimento estava em árvores dispersas  e mais pequenas .

Australopitecos - o estudo fóssil indica que existiam varias espécies deste género  , em que os primeiros indivíduos deviam ter surgido a aproximadamente 4.1 M.a .Estes eram omnívoros e possuíam cerca de 35% da capacidade craniana  , ficam aqui alguma das características mais evidentes:


  • Fronte muito fugidia                                            
  • arcas supercisaliais salientes 
  • prognatismo(falta de queixo)
  • baixa capacidade craniana                              
  • condilo occipital 
  • sem mento
 
Homo habilis

Espécie extinta de hominídeos , que é considerada a primeira espécie da família Homo , com indícios de ter produzido utensílios simples .
Os primeiros vestígios conhecidos datam de 2.4 M.a.
Tinham estatura baixa e braços muito longos

                                                                                                          
Homo erectus 

Espécie extinta de hominídeos que é considerada um ancestral do homo sapiens .
O primeiro homo erectus apareceu no Quénia há cerca de 1.9 milhões de anos .
Bipedismo permanente e posição erecta , que era mias favorável a obtenção de alimento .
Aperfeiçoou as suas capacidades de caça e tinham uma grande capacidade de modalidade.
Aprendeu a dominar o fofo , o que torna possível ele deslocar-se para norte .




Homo sapiens 

A passagem do homo erectus para homo sapiens divide os investigantes .
Fosseis datados de 200000 a 400000 mil anos.
Espécie de primatas a qual o homem moderno pertence .












Homo sapiens neaderthalensis : CARACTERÍSTICAS: 
  • Viveu entre os 230000 e os 40000 mil anos 
  • A designação provem do vale de neander (Alemanha)
  • Adaptarem-se a condições ambientais mais frias(Glaciações)  
  • Estatura mais alta
  • as ferramentas que usavam  já eram mais avançadas 
  • Foram encontradas diversas sepulturas(sinal de religiosidade) 
  • geograficamente  encontrados na Euroásia 

                                                                                             

Homo sapiens sapiens: A nossa espécie






Estudo: Degelo dos glaciares nos Andes, Alpes e Alasca ameaça 11-38% da diversidade destas regiões


A completa fusão dos glaciares nestas regiões fará desaparecer entre 9 e 14 espécies de invertebrados alpinos, associadas aos rios e ribeiros por eles alimentados, com as primeiras extinções a surgirem quando as massas geladas a grandes altitudes sofrerem uma redução de 50%.
Embora o degelo dos glaciares não esteja a ser tão intenso quanto em tempos se pensou – a previsão de que o gelo nos Himalaias iria desaparecer em 2035 já foi retratada – é um facto que as massas de gelo a grandes altitudes estão a desaparecer.
Exemplos claros desta realidade são os glaciares tropicais no México e América do Sul que já se sofreram uma redução de 30% desde meados dos anos de 1980.
O fenómeno está a preocupar os cientistas, e um estudo recém-publicado na revista Nature Climate Change revela que há novos motivos de inquietação no que toca aos seus efeitos na Biodiversidade.
Os investigadores analisaram, em 103 locais, a fauna de larvas de insetos alpinos associada aos rios e ribeiros alimentados pela fusão das massas geladas nos Andes do Equador, Alpes europeus e montanhas costeiras do Alasca, e compararam-na com a percentagem da bacia hidrográfica coberta por glaciares.
Os resultados revelam que são numerosas as espécies que ocupam nichos ecológicos muito restritos – a Lednia tumana, por exemplo, habitat apenas secções de ribeiros alpinos de 500 m de comprimento, revelou um estudos nas Montanhas Rochosas norte-americanas -, de tal forma que quando metade da cobertura do gelo a grandes altitudes tiver derretido, essas espécies vão começar a desaparecer.
Com efeito, se os glaciares das três áreas montanhosas desaparecerem por completo, perder-se-ão entre 9 e 14 espécies, que representam 11% da diversidade no Equador, 16% nos Alpes e 38% no Alasca.
No caso específico destas espécies que têm características de habitat tão específicas, o traslado para novas localizações ou a restauração de habitat, que são opções válidas na conservação de outras espécies animais, não estão disponíveis, restando apenas uma alternativa – o combate às Alterações Climáticas à escala global.

Erupção solar pode afectar distribuição de electricidade e comunicações Tempestade foi a mais forte dos últimos cinco anos

A mais forte erupção solar dos últimos cinco anos, que começou anteontem, dificilmente terá consequências directas em Portugal devido à sua localização, salvaguardou Dário Passos, investigador do CENTRA-IST e da Universidade de Évora. “Só se houver um evento de muita intensidade é que poderemos sentir alguma coisa cá [em Portugal] a nível directo”, referiu o investigador, explicando que o país poderá, no entanto, sofrer consequências indirectas como problemas nas comunicações ou adiamentos de voos.

O impacto desta tempestade solar na Terra começou a sentir-se a partir das 12h de hoje, prologando-se até sexta-feira, segundo as previsões da Administração Nacional dos Oceanos e da Atmosfera, nos Estados Unidos. A explosão de partículas poderá afectar a distribuição de electricidade, as comunicações por satélite, os sistemas GPS, a actividade dos astronautas da Estação Espacial Internacional e obrigar as companhias aéreas a alterarem as rotas para evitar as regiões polares.





“Os países sempre mais afectados são os que estão mais a norte e mais a sul, [como] Canadá, Noruega Finlândia. Países que estão a latitudes superiores vão ser sempre mais afectados por este tipo de tempestades do que nós que estamos aqui no mediterrâneo ou os países que estão a nível do Equador”, referiu o investigador.

Dário Passos explicou que o pico máximo deste ciclo solar deve acontecer entre “Junho e Julho de 2013” e, previsivelmente, em termos de actividade, será inferior ao ciclo passado, que ocorreu entre 1997 e 2009.

“O sol é mais ou menos activo num ciclo de 11 anos. Durante alguns anos tem pouca actividade. Depois a intensidade da actividade solar vai aumentando e, agora que nos estamos a aproximar do máximo de actividade solar que está previsto para 2013, é normal que estes fenómenos aconteçam”, disse o investigador do Centro Multidisciplinar de Astrofísica (CENTRA) do Instituto Superior Técnico de Lisboa.

A última explosão solar ocorreu a 23 de Janeiro e agora o fenómeno voltou a acontecer, mas Dário Passos sublinha que não é possível prever com que frequência é que acontecerá daqui para a frente.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Vestígios Glaciários e tectónico Da Serra Da Peneda : GUIA DA AULA DE CAMPO(parte2)



3 Paragem : Miradouro da Senhora da Peneda
Neste ponto observa-se um vale de falha. A falha na direcção NNE-SSW condicionou o traçado do vale glaciário .


E de salientar a influencia das diferenças de litologias  nas diferenças observadas na paisagem e do relevo de um e de outro vale.












Paragem : Santuário de Nossa Senhora da Peneda
























































5ª Paragem - Lamas de Mouro 
Observação de uma turfeira , numa zona plana e alargada em que ao longo do tempo se foi depositando restos vegetais que estão  no inicio do processo de incarbonizaçao.